Com apenas 22 dias para a abertura dos portões da Cidade do Rock, o Rock in Rio anunciou novas ações voltadas ao seu compromisso social por meio do movimento “Por Um Mundo Melhor”. Entre as iniciativas desta edição, destaca-se a campanha “Um Mundo Melhor é um Mundo sem Fome”, que busca mobilizar o público para atingir a marca de 2 milhões de pratos de comida doados, ampliando a conscientização sobre a segurança alimentar no Brasil.
Como ponto de partida da mobilização, o festival realizou a doação de 500 mil pratos de comida e convidou os fãs a contribuírem com a causa. Por meio da ação “Eu Vou Doar”, cada doação de R$ 25 destinada à Ação da Cidadania dará ao participante a chance de concorrer a um par de ingressos para o Rock in Rio. Ao todo, até 1.000 ingressos serão sorteados.
A campanha também contará com o apoio da venda de produtos oficiais do festival. Na coleção de camisetas “Por Um Mundo Melhor”, cada peça comercializada resultará na destinação de 50 pratos de comida para a iniciativa.
Para acompanhar o avanço da arrecadação, o Rock in Rio instalou nesta semana, na Cidade do Rock, um “Pratômetro”, painel que registrará em tempo real o número de refeições arrecadadas até o encerramento do festival, marcado para 13 de setembro.
Com a iniciativa, o evento reafirma seu papel como plataforma de transformação social, utilizando sua visibilidade para incentivar a solidariedade e ampliar o combate à fome no país.
Roberto Medina, presidente e criador da Rock World, ressalta a importância da união em prol de um mundo melhor. “Mais do que a gente alimentar pessoas, o que a gente faz se trata de esperança. Em 1985 eu era um comunicador que achava que podia fazer um movimento. A gente estava saindo de anos obscuros no Brasil, de ditadura militar, e eu sofri bastante nesse momento. Eu queria dar uma resposta e dizer: “E sse país vale a pena”. E a gente iluminou isso aqui. O mundo inteiro acompanhou o Brasil, se mobilizou. E essa vontade de transformar sempre esteve muito ligada ao Rio de Janeiro. O turismo sempre foi, na minha visão, a indústria que podia fazer a redenção do Rio de Janeiro, trazer uma justiça social maior. A música é o elemento que une nós todos, que quebra as diferenças. E o país, o mundo, está precisando ser mais solidário, com menos diferenças, menos raiva e mais amor. Estamos fazendo nossa parte. Hoje demos o start de mais uma ação grandiosa. O engajamento será fundamental para multiplicarmos esses números. Imagina só o número maravilhoso que podemos chegar. A fome tem pressa”, comentou.









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